Já rolou por aqui:
#12 | Ser melhor, sim. Mas para mim. https://lauraconrado.substack.com/p/12-ser-melhor-sim-mas-para-mim
#11 | O dinheiro e a vontade de escrever https://lauraconrado.substack.com/p/11-o-dinheiro-e-a-vontade-de-escrever
Preparando meu curso de tarô (babadeiro, hermético, simbólico, bruxesco e terapêutico), revistei uma aula de Psicologia Analítica, do queridão Jung, que fez valer o conceito, do próprio, de sincronicidade. Para ele:
a ligação entre evento externos e estados internos da nossa psique não é gratuita. Não haveria, então, causalidade; tudo estaria ligado. É como aquele assistir a um filme, que você nem sabia do que se tratava, sobre uma dor que secretamente te assombra. Tudo te lembra o assunto que está precisando ser curado dentro. Ou quando você sabe de um apartamento livre na rua em que você quis morar, mesmo não procurando moradia.
É, amigos, o dedão que batemos na quina da cama é sempre o que já está machucado.
Bem, voltando à aula, dei play justamente na que cutucou assuntos doloridos. Essa News e tudo que já escrevi (leiam meus livros!) é sempre baseado em dramas reais. Segura a pedrada:
Esperar é uma estratégia de sobrevivência. É uma defesa psíquica refinada. Esperamos porque nos defendemos da realidade: viver no real envolve a perda das ilusões, da inocência, das fantasias que nutrimos no secreto, onde tudo dá certo sempre, eu não tenho problemas e sempre venço.
Lá fui eu, de novo, enxugar um bocado de lágrima e abraçar a vida real com suas pessoas falhas, incluindo eu, claro, e o trabalho que dá trabalho de verdade.
Cada dia mais, vou deixando morrer as histórias que contei para mim mesma. Abrir mão do roteiro que escrevi é entender que no final da história não terá salvação de fora, eu tenho que me levantar e fazer com os recursos que tenho.
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7 ondinhas
Quando comecei a estudar Alquimia, assunto que amo, um professor astrólogo dizia: eclipses são grandes portais. Eu concordo. Analisando minha vida, reconheço que o que plantei, consciente ou inconscientemente, germinou.
A temporada de eclipses ocorre a cada 6 meses, mais ou menos, normalmente em pares, com um eclipse solar seguido por um eclipse lunar (ou o contrário).
Nos eclipses, o Sol, a Lua e a Terra se alinham, ordenando simbolicamente passado-presente-futuro. No dia 17 de fevereiro, durante nosso carnaval, teremos o eclipse solar parcial em Aquário.
Os eventos astrológicos sempre nos ativam de forma única, visto que cada um tem seu mapa. Mas, podemos compreender alguns aspectos comuns. Sol eclipsado: mexe na energia de futuro, de visão, de força, de yang/masculino, de pai.
Aquário: inovação, diversidade, coletividade, rompimento com passado. O dono da casa 11 na mandala astrológica também sugere mudanças em grupos, amizades, projetos de lazer – que faço além do meu trabalho regular, ideias humanitárias e aspectos sociais. O eixo de Aquário nos leva à Leão. Ambos são signos criadores e magnetizadores da roda Zodiacal.
Estamos na sombra do eclipse, seus dias de véspera ou os seguintes. Atenção aos pensamentos: você está cocriando, querendo ou não, o que vai brotar nos próximos 6 meses. (Lembrem-se da informação 5!)
Não ritualizamos no dia do eclipse. Por si só, eles já são rituais. É um trânsito instável (na Astrologia tradicional eram considerados eventos maléficos; a de hoje não concebe mais isso. Nem eu! Para mim, o céu só ajuda e nos coloca no caminho certo!). Nada de rito coletivo, acender vela, fazer banho... SÓ VIVA! Estar presente já é um grande rito. (Tudo a ver com a temática acima, né? Sincronidades!)
Marolas
Eu gosto muito de algumas edições da News que já rolaram aqui, vou trazer:
#4 | Quanto você está valendo?
#2 | A vergonha bateu à minha porta, e eu não abri
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Quem faz
Sou Laura Conrado, jornalista e escritora, publiquei mais de doze livros lindos. Sou doutoranda em Literatura, Cultura e Tecnologia.
Desde criança me interesso por temas espirituais, sou uma eterna curiosa e estudante da relação com o Sagrado. Sou taróloga, astróloga, mentora e guardiã de rodas de mulheres e de saberes ancestrais.
Sou mineira de Belo Horizonte e amo nossas montanhas, cultura, música, literatura e culinária.
Aceito comentários, contribuições, indicações, dicas… Ainda vou melhorar várias coisas, mas estou muito feliz de ter alguém que leu até aqui. Beijos e bons mergulhos.
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